“Você pode sonhar, criar, projetar e construir o lugar mais maravilhoso do mundo, mas são necessárias pessoas para fazer do sonho uma realidade”.

A famosa frase de Walt Disney retrata o óbvio: ninguém faz nada sozinho.

Em tempos de coletividade, os modelos de liderança ganham destaque quanto aos seus possíveis formatos compartilhados. Compartilhados entre líderes; entre líderes e seus liderados; entre liderados e seus aprendizes; gerando aprendizado contínuo como combustível essencial de um processo de trabalho mais colaborativo e menos hierárquico.

O sucesso de uma liderança depende muito do quanto compartilhada ela é. Tem a ver com trabalho em conjunto, com não assumir pequenas ou grandes decisões sem antes consultar a opinião de sua equipe, ou até mesmo com escolhas, mais ou menos complexas, desde que a maioria do time esteja em comum acordo.

Lembre-se: ninguém faz nada sozinho.

O compartilhamento de uma liderança nada mais é do que dividir – e não assumir individualmente – a glória de uma vitória ou o peso de uma derrota.

Coincidência ou não, os líderes referências e mais respeitados do mercado, ou fora dele, são aqueles que passaram a deixar de lado o singular para fazer uso do plural. São os que trocam “eu fiz”, por “nós fizemos”, ou “eu errei”, por “nós erramos”.

Lembre-se: ninguém faz nada sozinho.

No mercado da Gestão de Projetos, em que a essência da liderança é muito evidente, a sigla GP se encaixa muito quando falamos também sobre Gestão de Pessoas. E gerir pessoas vem da essência nata de um líder que não necessariamente é um chefe. A chefia exercida por hierarquia faz parte de um organograma conservador, porém necessário no modelo implementado para o mercado de trabalho.

O líder não tem uma posição certa nesse organograma vertical. Pode estar naquele primeiro ou no último quadradinho da hierarquia, mas é essencialmente aquele que brilha os olhos ao lidar com pessoas, com o próximo, com o outro, seja quem for. Não é aquele formado nos principais cursos de especializações, mas é aquele que veio da faculdade da vida. É o que sabe equilibrar o emocional com o racional de forma justa. Sabe motivar seus pares da mesma maneira que se motiva com seus liderados. É aquele que enxerga mais do que a entrega, que vê além de um currículo, que trabalha em formato linear. É o perfil que tem liderança sobre ações e reações de uma equipe, e que não espera o futuro para aprender com o presente. É o que respeita para ser respeitado.

Lembre-se: ninguém faz nada sozinho.

 

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Sobre o Autor

Formada em Jornalismo, trabalhou 10 anos em redações especializadas de economia e política. Como Gerente de Projetos se especializou pela FGV, na metodologia PMI. Atua na área de operações e projetos há 7 anos com passagens pelas agências África; Pereira & Odell; LDC; e Tribal Worldwide, todas do Grupo ABC. Atualmente é Gerente de Projetos da agência DPZ&T.

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