A gestão de pessoas engloba diversas diretrizes, dentre elas, encontramos a liderança compartilhada. Um modelo bastante comentado nos últimos anos e que já faz parte do dia a dia de algumas empresas, principalmente, em agências de publicidade e comunicação.

Por longo tempo o ditado popular: “Manda quem pode, obedece quem tem juízo”, foi seguido à risca no ambiente profissional. No entanto, na década de 1970, período de mudança econômica, social e política, as empresas passaram a adotar posicionamentos diferentes, em especial no modo de liderança e relacionamento com seus colaboradores.

Na prática, a liderança compartilhada é um conceito que não há uma única pessoa com o papel de liderar, essa função passa a ser de todos os membros da equipe, que estão totalmente liberados para tomada de decisão e responsabilização, ou seja, o modelo rígido de liderança sai do ambiente profissional e dá lugar a um ambiente mais flexível, com valor agregado, inovação e autonomia.

Como implantar a liderança compartilhada?

De acordo com as observações dos professores Margareth Bianchini – especialista em gestão de pessoas e coaching do Mackenzie, e Anderson Sant’Anna – coordenador do Núcleo de Desenvolvimento de Pessoas e Liderança da Fundação Dom Cabral, divulgadas no site Abílio Diniz, para aderir a liderança compartilhada é necessário alterar profundamente a estrutura hierárquica e trabalhar a maturidade das equipes que serão envolvidas.

Para conquistar essa maturidade, no livro ‘Liderança Compartilhada – Como alinhar o que as pessoas fazem melhor com o que as empresas precisam’, os autores John Hoover e Angelo Valenti, destacam algumas perguntas importantes:

  • Como seria uma empresa em que todos aceitassem a responsabilidade da liderança?
  • E se a liderança fosse uma expectativa de cada um dos colaboradores?
  • Existe um potencial em cada membro da equipe que passa despercebido por causa da burocracia organizacional?

Para ambos autores, cada pessoa possui uma mescla dos quatro estilos de liderança:

  •  Estabilidade;
  •  Controle;
  •  Concordância;
  •  Sociabilidade;

E, pode não estar aproveitando ao máximo o seu potencial. Diante disso, é importante conhecer os perfis e competências de cada colaborador para o desenvolvimento profissional e a realização pessoal de todos envolvidos. Uma realidade e desafio que bate à porta do Líder de Projeto atual.


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Sobre o Autor

Jornalista do Instituto Mestre GP, formada pela Universidade São Judas Tadeu. Trabalha com comunicação há nove anos e atua com marketing digital e marketing de conteúdo.

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