Podemos jogar futebol com as mãos?

Futebol que se joga com as mãos não é a “sua versão” do “football”, é um outro esporte chamado handball.
 
A metodologia ágil está na moda e em moda, toda empresa quer ser ágil, nem que pra isso ela crie a sua “própria metodologia ágil”.
 
Infelizmente tenho ouvido de muitos colegas sobre situações onde eles apresentam a base e os fundamentos e ouvem que “legal mas vamos fazer da nossa forma”.
 
Peraí, se você está disposto a usar metodologias ágeis é necessário seguir aquilo que ela propõe, caso contrário ela não trará os benefícios esperados.
 
Qual sua opinião a respeito de uma sprint de 30 dias? Pouco produtiva partindo do pressuposto que temos ciclos curtos que após analisados podem rapidamente ser corrigidos, mas um cliente pediu que fosse assim sprint de 30 dias.
 
E o que falar de ter planejado todas as sprints até o fim do projeto? Peraí, se uma das coisas mais legais do ágil é a possibilidade de mudança, qual o objetivo de planejar todas as sprints? E se uma necessidade latente surgir no meio do projeto o que fazemos? Bem tem cliente que quer isso.
 
Me conta então do cronograma com todas as fases… Esse é um hit, está entre os mais pedidos com certeza.
 
O que me parece no fundo é que as empresas ainda tem o mindset na metodologia cascata mas quer parecer moderno para o mercado, colaboradores e fornecedores quando fala que vão usar o ágil.
 
Não é fácil a mudança de um mindset, ainda mais quando estamos falando de projetos, onde um alto valor e tempo são investidos sem termos a certeza absoluta do sucesso e eficácia mas é preciso abraçar a mudança, tentar de verdade, jogar dentro das regras do jogo para só assim ter proveito do que o ágil oferece.

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