Explorando os desafios e estratégias para o trabalho remoto, híbrido e presencial

Publicado em 27 de março de 2024 às 12:44

Muito se fala sobre esse tema, principalmente após a pandemia do COVID-19.Existem discussões favoráveis a cada modelo, a decisão final sobre qual é o melhor, depende de muitos fatores e do modelo de negócio que a empresa pratica e acredita. Portanto, ao meu ver, não há certo ou errado em nenhum deles, apenas o que é mais adequado a cada uma das partes. 

 

Acredito, como sempre trago em meus artigos por aqui, que o “combinado não sai caro”. Em toda conversa, é importante que as duas partes envolvidas – empregador e colaborador – estejam alinhados em relação às expectativas. Portanto, se a empresa a qual você está (ou tem interesse em ir) está em um modelo presencial e não é confortável ou não condiz com seu momento de vida, isso precisa ser repensado. 

 

Aprendemos a viver em home office com o advento da COVID-19 e claro, isso possibilita muitas atividades extras do que quando não estamos no escritório/agência/presencial. É possível fazer aulas, terapia, academia, passear com o cachorro e tudo isso antes de começar o dia profissional, já que não teremos o problema trânsito envolvido, por exemplo.

 

Em contrapartida, podemos ter uma integração superficial dos times, já que muitos podem acabar não se conhecendo pessoalmente e com isso, não trocando tanto quando poderiam – como fazemos no presencial, na hora do cafezinho ou até mesmo em períodos de trabalho/reuniões. 

 

Eu, particularmente, acredito hoje no modelo remoto e/ou híbrido. Acho que esses modelos favorecem a produtividade do time, que não precisa ficar horas em deslocamento para chegar ao trabalho e também em seu humor e modo de levar as adversidades durante o dia. Uma cabeça mais descansada, uma pessoa feliz e realizando suas tarefas, consegue viver e lidar melhor com um dia difícil e/ou corrido no trabalho. 

 

O uso de ferramentas de gestão favorecem o trabalho remoto – como teams, dailys, trello (e ferramentas correlatas). Além é claro, de total confiança no time, que enquanto gestora, acredito ser a principal ferramenta para um bom trabalho, independente do modelo adotado. 

 

Pelo que podemos observar, a estratégia mais comum é: fazer com que os colaboradores voltem aos poucos para a agência, migrando para o híbrido e a partir das novas contratações, trazer os dias presenciais como obrigatórios. 

 

Para você gestor, como é lidar com este tema na gestão de equipe? E para você colaborador, qual modelo de trabalho acredita ser mais produtivo e funcional?

 

Abraços e até o próximo!


Julia Nassif
Mineira, residente em São Paulo há mais de 10 anos, atleticana e tutora da Merlot. Atualmente atuo como Líder de Projetos na DPZ, na conta de GOV - SECOM. Minhas responsabilidades envolvem o gerenciamento das entregas de SACs e demandas do dia a dia junto ao time, a gestão de pessoas e o acompanhamento de alinhamentos financeiros. Anteriormente, fui PMO nos squads de Flavors and Stills – Coca-Cola, na OpenX, conduzindo as etapas de todo o processo dos jobs junto ao time. Também atuei como Gerente de Projetos Sênior na CP+B Brasil, sendo responsável pela conta do Grupo Dasa, que contava com um time dedicado em regime Always On. Nessa função, liderei, em parceria com o time de Conteúdo, a gestão de pautas de criação, a aprovação junto ao cliente, bem como a curadoria e o gerenciamento de conteúdos com parceiros.